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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

CRISTANDADE EXTRAVIADA - NATUREZA HUMANA - ESSENCIALEMTENTE MORTAL

Cristandade Extraviada

Capítulo 2

Natureza Humana: Essencialmente Mortal

 

 

Introdução

 

O estudante da Bíblia irá descobrir que a Cristandade em nada se encontra tão desviada como na crença comum sobre a natureza do homem. Perguntemos o que a Bíblia ensina sobre o assunto, e ao obtermos uma resposta, descobrimos que está em harmonia com a resposta da natureza, outro grande testemunho de Deus. O nosso argumento pode dar a impressão de tendências anti-religiosas, mas temos a certeza que esta impressão desaparecerá da mente daqueles que podem distinguir entre o capricho inteletual e fervorosa convicção apoiada por razões lógicas definidas. A proposição que manteremos (e pedimos o seu exame cuidadoso da evidência que a apoia) vai parecer surpreendente no princípio: A doutrina da imortalidade da alma é uma doutrina falsa, que impede o crente de compreender a verdade sobre a obra e ensino de Cristo.

 

Considere primeiro a teoria universal a respeito da natureza humana. Esta teoria ensina que o homem é essencialmente um ser espiritual, imaterial e imortal, que vive num corpo material dotado com os órgãos necessários para a manifestação do seu "eu" interno, invisível e indestrutível neste mundo exterior e material. O corpo físico não é considerado essencial para a identidade ou existência do homem. Entende-se que o "eu" em si subsiste na entidade intangível ou centelha divina chamada alma ou espírito. Os membros que compõem o corpo são considerados como coisas que o homem usa da mesma forma que um mecânico usa suas ferramentas: são as agências externas através das quais os mandatos do "homem interior" são executados. As qualidades mentais tais como razão, emoção e humor, são considerados como os atributos da "essência" espiritual que se supõe constituir o homem. É certo que, naturalmente, que o corpo é material derivado do "pó da terra", mas acredita-se que a "essência" veio do próprio Deus, que realmente é uma parte da própria Divindade, uma faísca ou partícula que se desprendeu da natureza divina e que tem inteligência e existência independente do corpo físico que lhe está associado. De acordo com essa crença, considera-se que a morte não afeta a existência do homem. É considerada como simplesmente a destruição do corpo material, que liberta o homem imortal e intangível do cativeiro desta “envoltura mortal”, e livre dela, voa para as regiões espirituais, para a felicidade ou miséria eternas, segundo foram as suas ações no corpo.

 

No entanto, em oposição a esta crença, nós mostraremos que, segundo as Escrituras, o homem está desprovido de imortalidade em todos os sentidos; que é uma criatura da substância organizada que subsiste pelo poder vivificante de Deus, que ele compartilha com todas as criaturas vivente debaixo do sol; que só desfruta desta vida durante um curto período de cerca de setenta anos pouco mais ou menos, no final do qual entrega-o Àquele do qual o recebeu; e o homem regressa ao pó, de onde veio originalmente, e desde então, deixa de existir. Tal afirmação pode ser surpreendente para a suscetibilidade religiosa comum, mas merece investigação. A nossa tarefa é examinar as provas bíblicas.

 

 

 

O QUE DIZ A BÍBLIA?

 

Quando recorremos às Escrituras, cuja voz tem mais peso do que as falíveis deduções filosófica, o que descobrimos? Descobrimos uma concordância total com os fatos naturais do causo. Primeiro, e mais impressionante de tudo (como irá aparecerá àqueles que pensam que a Bíblia ensina a imortalidade da alma), é o fato de não se encontram em nenhuma parte da Bíblia quelas frases comuns que são usadas para expressar a doutrina popular . Termos como "alma eterna", "alma imortal", "imortalidade da alma", que tão frequentemente se encontram nos lábios dos mestres religiosos, são expressões que não são encontrados em todas as Escrituras de Génesis a Apocalipse. Qualquer um se convencerá rapidamente sobre este ponto recorrendo a uma concordância bíblica, se não estiver familiarizado com as Escrituras. Como explicamos isto? Todos os ensinamentos essenciais das Escrituras são claros, inequívocos e enfáticos. A existência de Deus e do Seu poder criador, o Seu propósito em relação ao futuro; o messianismo de Jesus Cristo, o objetivo da sua missão na terra; a doutrina da ressurreição; estão todas presentes tão claramente como a linguagem pode expressá-las, mas da doutrina da imortalidade da alma, não há a menor menção. Este fato é reconhecido pelos teólogos eminentes, mas não parece sugerir-lhes que esta doutrina é fictícia. Argumentam o contrário e afirmam (ou pelo menos sugerem) que a razão pela qual a Bíblia passa por alto sobre a doutrina da imortalidade humana é porque é tão clara que não precisa ser declarada. Esta conclusão deixa muito a desejar. Seria mais apropriado sugerir que o silêncio das Escrituras sobre o assunto tem um sentido precisamente oposto. A acreditar na imortalidade da alma, sem evidência bíblica, baseando-nos numa premissa simples de se sobre-entende, não poderíamos sustentar da mesma forma qualquer doutrina pela qual temos simpatia? Não seria mais lógico duvidar de uma doutrina não ensinada por Deus, e submetê-la um exame mais rigoroso? Este é o ponto de vista adotado neste livro; e veremos que o processo resultará no colapso completo da doutrina. A Bíblia não é omissa sobre a questão, mas não diz nada sobre a imortalidade da alma. Fornece provas claras e conclusivas da completa mortalidade do homem.

 

No entanto, alguns podem não estar convencidos de que a doutrina da imortalidade da alma não é mencionada nas Sagradas Escrituras. Recordando o constante uso da palavra "alma" podem estar dispostos a considerar que a imortalidade da alma está aprovada e apoiada de uma forma que torna desnecessária a sua declaração formal. Para o benefício dos tais, é necessário considerar a utilização que é feita nas Escrituras da palavra "alma", a fim de descobrir o seu significado.

 

A palavra "alma" é a tradução para Português da palavra Hebraica nefesh(נפש) (no Antigo Testamento) ou a palavra Grega psyche(ψυχή) (no Novo Testamento). No seu sentido original, "alma" significa simplesmente uma criatura que respira, homem ou animal, sem qualquer referência à natureza ou a duração da sua existência. Este fato está notavelmente ilustrado na tradução adotada pelos nossos tradutores nos primeiros capítulos do Gênesis, onde ambos os animais (Gênesis 1:20, 21, 24) e o próprio Adão (Gênesis 2:7) são chamados de "seres viventes" (em hebraico nefesh haya, ou seja, as almas "viventes": ver 1 Coríntios 15:45). A palavra nefesh, "alma" é usada para expressar ideias várias que têm como significado fundamental a ação de respirar para viver. Aplica-se a pessoas no seguinte exemplo:

 

“Levou Abrão consigo a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as pessoas[Hebraico nefesh “as almas”] que lhes acresceram em Harã. Partiram para a terra de Canaã; e lá chegaram.” (Gênesis 12:5)

 

Em outro caso típico se aplica aos animais:

 

“Mas quem matar um animal[nefesh] o restituirá: igual[nefesh] por igual[nefesh].” (Levítico 24:18)

 

A mesma palavra é também usada para representar os pensamentos, o estado de ânimo ou a própria vida de uma pessoa. A alma pode ter com fome (Provérbios 19:15), jejuar (Salmo 35:13), estar satisfeito com comida (Provérbios 13:25), ser estrangulada (Jó 7:15), descer à sepultura (Jó 33:18, 22, 28, 30), onde permanece em silêncio (Salmos 94:17), e subir da sepultura (Salmo 30:3). Nunca é descrita como imortal ou imaterial. A palavra original ocorre no Velho Testamento, cerca de 700 vezes e no Novo Testamento 180 vezes; e entre toda a diversidade de formas em que é traduzida, é impossível encontrar algo que se aproxime da crença popular. É traduzida como "alma" cerca de 400 vezes, como "pessoa" ou "vida" outras muitas vezes, bem como "Animal", "coração", "espírito", "alguém", "ser", "cadáver", "corpo” , "desejo", “mente”, "vontade", "apetite". Em nenhum caso é dito que é imortal, mas o contrário. Não só é retratada como capaz de morrer, mas como está sujeita à morte por natureza. O salmista diz em Salmos 22:29 que o homem não pode “não pode preservar a própria vida[nefesh", e no versículo 20 do mesmo salmo, ora ao Senhor, dizendo:"Livra a minha alma da espada." No Salmo 56:13 David dá graças a Deus, dizendo: "Pois da morte me livraste a alma". Por fim, Ezequiel 18:4 diz: "A alma que pecar, essa morrerá."

 

Devemos levar em conta outras diferenças entre o ensino bíblico e a opinião popular. Todos nós sabemos o valor que é atribuído à suposta alma imortal. Muitas vezes, ouvimos exclamar: "Oh, quão valiosa é uma alma humana! Incontáveis mundos que não se lhe pode comparar!" Mas nós achamos nada disso nas Escrituras, a visão bíblica é totalmente oposta. Por exemplo, Tiago diz:

 

“Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.” (Tiago 4:14)

E o salmista declara: 

 

“SENHOR, que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes? O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa.” (Salmo 144:3, 4)

 

“Pois ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce; pois, soprando nela o vento, desaparece; e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar.” (Salmo 103: 14-16)

E o mais expressivo de todos, Isaías diz:

 

"Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança... Como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo.” (Isaías 40:15, 17)

Existe apenas uma passagem que parece um pouco diferente disto, a qual é a seguinte:

 

“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?” (Marcos 8:36, 37)

 

Muitas vezes esta passagem é citada na justificação do sentimento popular; mas logo se verifica que as palavras não descrevem o valor absoluto da vida humana, mas simplesmente o valor que tem para próprio homem. Elas expressam o princípio de que um homem que sacrifica a sua vida para conseguir alguma coisa que ao morrer não poderá possuir nem desfrutar essa coisa, e estará a cometer a maior loucura. Insistirá alguém que a passagem citada refere-se à " alma imortal "da crença popular? Então lembre-se que a palavra Grega psique que nesta passagem é traduzida como "alma", no versículo anterior é traduzida como "vida", por isso, se tivesse sido traduzida "alma imortal" seria imediatamente notado o absurdo:

“Quem quiser, pois, salvar a sua alma imortal perdê-la-á; e quem perder a alma imortal por causa de mim e do evangelho salvá-la-á.” (Marcos 8:35)

Que paradoxo terrível representaria isto para aqueles que se apegam à doutrina tradicional. Mas, ao compreender a palavra "alma", na acepção que lhe é dada nas Escrituras, percebemos a beleza da ideia e a preciosidade da promessa. Aqueles que estão dispostos a sacrificar a sua vida neste século antes que negar a Cristo e a sua verdade, serão recompensados com uma vida mais preciosa na ressurreição, mas aquele que renuncia a verdade para proteger os seus interesses mesquinhos mortais, será excluído das bênçãos da vida vindoura.

 

A raiz da questão está em Gênesis, que nos dá conta da criação do homem. Os termos usados aqui não estão de acordo com a noção popular, mas coincidem inteiramente com o conceito apresentado neste estudo:

 

“Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.” (Génesis 2:7)

Aqui nos é dito que Adão foi feito do pó, e o resultado foi a criatura chamada homem. "Mas," diz um oponente, "ele só se refere ao seu corpo." Podemos dizer que ele se refere a tudo o que nós imaginemos. Esse tipo de declaração é inútil. Não há nada nesta ou em qualquer outra passagem das Escrituras que indique a distinção popular entre o homem e o seu corpo. A organização corpórea é chamada aqui de homem. Claro, não tinha vida antes da inspiração do sopro da vida; no entanto era homem. A vida foi adicionada para dar ao homem existência vivente. A vida não era o homem; era algo que estava fora dele, procedente de uma fonte divina e que foi infundida no mecanismo maravilhoso pronto para recebê-la. "Soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente". Este versículo é frequentemente citado para provar a doutrina comum, ou mais precisamente, é erroneamente citado, porque geralmente é interpretado "e soprou-lhe para dentro uma alma vivente", mas, de fato, estabelece o contrário. O que é que se tornou uma “alma vivente "? PO ser criado do pó. Portanto, se o uso da expressão "alma vivente" prova a imortalidade e imaterialidade de alguma parte da natureza humana, tal evidência refere-se ao corpo, porque foi o que se tornou numa “alma viva". Mas, evidentemente, isso seria absurdo. A ideia expressa na passagem que estamos a tratar é simples e racional, isto é, o ser previamente inanimado tornou-se num ser ou alma vivente quando recebeu vitalidade. Mas ele não recebeu a imortalidade, porque, embora tenha se tornado numa alma vivente, não é sito que se tenha transformado num ser “eterno” ou “imortal”; embora certamente teria continuado a viver se o pecado não tivesse trazido a morte.

 

Mas, com tudo o que Adão poderia ter sido na sua constituição original, foi promulgado o decreto que o deixara de ser; que voltara ao estado de inexistência do qual tinha surgido através dum poder criador; ele morrera. E isto é a maior refutação que pode adiantar-se sobre a imortalidade do homem. Foi dito a Adão que no dia em que comesse do fruto proibido, certamente morreria (Gênesis 2:17). Qualquer dúvida sobre o significado desta sentença declarada é clarificada pelos termos nos quais foi enunciada quando o homem desobedeceu:

“Visto que... comeste da árvore que eu te ordenara não comesses... No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.” (Génesis 3:17-19)

 

Dizer que esta afirmação se refere apenas ao corpo do homem e que não afeta a sua existência pessoal, é brincar com as palavras. A personalidade à qual se dirigem estas palavras, obviamente, é inseparável do corpo do homem: "És pó". O que poderia ser mais enfático? "Ao pó voltarás". Estas palavras provam conclusivamente que é a personalidade do homem, ou pelo menos a sua base fundamental, a que passa pela dissolução. Abraão, expressou o seguinte ponto de vista:

 

“Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza.” (Génesis 18:27)

Este é o conceito que Abraão tem de si mesmo; alguns dos seus amigos modernos teriam-no corrigido: "Pai Abraão, você está errado, você não é pó e cinza, mas apenas o seu corpo o é." No entanto, a simples crença de Abraão é mais digna de confiança que "a sabedoria [filosofia] deste mundo", que Paulo descreve como "loucura diante de Deus" (1 Coríntios 3:19).

 

Paul apoia Abraão, dizendo em relação ao conceito de si mesmo: "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum" (Romanos 7:18), e nos diz em geral: "Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas"(Colossenses 2:8), contra as quais devemos precaver-nos de forma especial neste assunto. Tiago 1:9, 10 acrescenta este testemunho:

“O irmão, porém, de condição humilde glorie-se na sua dignidade, e o rico, na sua insignificância, porque ele passará como a flor da erva.” (Tiago 1:9, 10)

Que é como uma reiteração das palavras de Jó 14:1, 2:

“O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece.” (Jó 14:1, 2)

 

Em seguida, vêm as palavras de Salomão, o mais sábio dos homens:

“Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais. Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão.” (Eclesiastes 3:18-20)

 

A pessoa que acredita na imortalidade da alma impacienta-se com a frase "nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais". Em primeiro lugar, imaginar que vem de uma pena menos autoritária que a de Salomão; qualifica-a de detestável; mas, está lá na própria Bíblia, com ênfase inequívoca, como uma condenação que varre o dogma lisonjeiro que exalta a natureza humana para igualá-la com divindade.

 

CONCLUSÃO

 

Assim, as Escrituras se combinam com a Natureza, para declarar que o homem é mortal e frágil criatura, que ainda leva a imagem de Deus e se destaca entre as criaturas pelo seu poder intelectual e da grandeza de sua natureza moral, no entanto desenvolve-se sob uma maldição que o leva a um fim designado no túmulo.

 

É muito importante reconhecer esta verdade. É impossível discernir o plano da verdade bíblica enquanto se tenha um erro fundamental sobre a natureza do homem. Ver-se-á que a doutrina da imortalidade da alma é o grande erro do século, a decepção enorme que se estendeu por todo o povo como um véu, o grande obstáculo para o progresso do verdadeiro Cristianismo. Verdadeiramente, as palavras não podem descrever adequadamente os danos que esta doutrina tem causado. Deixou a Bíblia incompreensível e tem promovido a descrença como incompatível com os traços históricos e morais das Escrituras. Removeu a vitalidade da religião ao destruir o seu significado e vestir a questão com um mistério que não lhe pertence. Foi despojada do seu vigor e a reduziu a algo efeminado que os homens robustos repudiam e deixam de lado, e só os sentimentais e românticos lhe prestam atenção. Jogue-mo-la às toupeiras e morcegos e humildemente aceitemos a evidência dos fatos e do testemunho da Palavra inerrante de Deus.

 

Robert Roberts

(Christendom Astray from the Bible, 1884)

publicado por boasnovasreinodeus às 12:53
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