Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

Pregando a Verdade - Capítulo 8

CAPÍTULO OITO

O Grande Debate

 

Nunca na história da aldeia, pelo menos que algum dos habitantes se lembre, tinha se reunido tamanha audiência como aquela que tentou entrar na escola naquela terça-feira à noite – a primeira noite do debate.

 

A escola não tinha espaço suficiente para acomodar a toda a gente: muitos que não conseguiram lugar de pé foram forçados a sair desapontados.

 

Quando chegou a hora para começar o debate, Timóteo Bereia levantou-se e deu alguns esclarecimentos, declarando a causa e objeto do debate, a forma e regras da discussão, e dando uma palavra de conselho para os oradores e que a audiência estivesse calma e preservasse a ordem.

 

Ele disse “Sr. Hamilton irá falar vinte minutos a favor e depois o Sr. Estéfanas apresentará a sua refutação por outros vinte minutos; Então o Sr. Hamilton poderá ocupar quinze minutos questionando o Sr. Estéfanas ou a discursar. Em seguida o Sr. Estéfanas poderá ocupar quinze minutos questionando o Sr. Hamilton ou a discursar.

 

Seria decidido no final de cada encontro se seria necessário outro encontro para continuar a debater o tema.

 

O assunto do debate foi então anunciado “É certo que os Justos São Recompensados ao Serem Levados para o Céu Aquando de sua Morte”

 

O presidente do debate chamou o Sr. Hamilton para começar a discussão com um discurso de vinte minutos defendendo a proposição do debate.

 

O Sr. Hamilton começou: “Amados párocos, é com sentimento de pesar e humilhação que estou perante vós neste agora nestas circunstâncias. Pesar por uma discussão deste tipo se torne necessária, ou que seja considerada necessária por aqueles que me persuadiram a participar nela. Humilhação, porque a dignidade do alto e santo ofício ao qual fui chamado no ministério, deva sofrer por seu ocupante tomar parte num argumento público com um homem leigo que, não importando o bem intencionado que seja, é no entanto um iletrado e não tem quaisquer daqueles santos estudos que são necessários para o correto entendimento e correta interpretação da Palavra Divina.

 

Poderão pensar que isto é uma declaração injusta e irrelevante, mas eu posso assegurar-vos que eu não tenho qualquer intenção de ser injusto e a declaração é bastante relevante porque ela forma uma parte importante do meu argumento esta noite. O assunto é o seguinte, sendo iletrado em estudos teológicos o meu oponente não está qualificado para dar uma interpretação que irá suster as arremetidas e criticismo adverso e que se possa depender dela como estando em harmonia com todo o sistema Bíblico de teologia. Vocês verão quão forte é este argumento conforme eu for avançando e mostrando o grande volume de estudo e trabalho que foi necessário para obter o conhecimento que nós agora temos.

 

Estão vendo aquela pilha enorme de livros que estão sobre aquela mesa além? Não se alarmem. Não vou lê-los esta noite. Trouxe-os para dar-lhes alguma ideia do volume de trabalho e estudo que um clérigo tem que fazer antes de estar qualificado para o ministério e ser capaz de interpretar as Escrituras e pregar o evangelho. Naquela pilha estão contidas as seguintes ciências nos seus respetivos volumes: Criticismo Bíblico, para averiguar o tempo exato de certas obras que afirmam ser inspiradas, e se possível o tempo, local e autoria humana; Apologética, para estabelecer e defender a reivindicação Bíblica de que ela é inspirada. Hermenêutica, para investigar os princípios de interpretação; Exegese, levar esses princípios à pratica pela interpretação. E assim poderia eu continuar e falar de outros volumes sobre Teologia Dogmática, Teologia Polémica, Teologia Prática e Teologia Pastoral, etc., e com tudo isto não estamos muito bem preparados para o grandioso trabalho de defender e interpretar as Escrituras. Como então pode um ferreiro qualquer que não teve acesso a estes estudos, ser de confiança para pregar a verdade de Deus? Eu digo que é uma absurdez impensável.”

 

Bem deixem-me ir às próprias Escrituras e mostrar quão claramente elas ensinam o que a nossa proposição afirma. Não irei repetir os argumentos que apresentei no meu sermão na semana passada sobre este tema; não é necessário fazê-lo porque existe muitas provas de onde escolher, por exemplo o Mestre, nesse grandioso e eloquente sermão da montanha disse, «Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.» (Mateus 5:8). Agora pergunto, como poderão ver Deus se não forem levados até Ele? Não poderão ver ele com olhos mortais e neste tabernáculo de carnal. Quando poderão vê-Lo? Certamente não nesta vida: terá que ser a quando da morte quando eles recebem o seu galardão no céu. Oh! Mas o meu oponente diz que eles não irão para o céu! Bem, fico contente que não precisamos da opinião dele! O Mestre não nos deixou em dúvida sobre isso; ele não somente nos disse que os puro de coração verão a Deus, mas ele disse quando e como, tanto neste discurso como noutros registados no Novo Testamento.”

 

No mesmo capítulo no versículo 12 ele diz: «Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.»”

 

Quando os puros verão Deus então? A resposta óbvia é: quando eles receberem o seu grandioso galardão no céu”

 

Bem, e quando irão eles para o céu? Resposta: “Quando morrerem”.”

 

Como sabemos isto?” Cristo o disse. Vejamos o capítulo 16 de Lucas, versículo 20. Aqui o Mestre está relatando o incidente do homem rico e Lázaro, o pobre mendigo. Leiamos a partir do versículo 20, «Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele;

e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado.» No dialogo que se segue entre Abraão e o homem rico que se encontra em tormento depois de morrer, as seguintes palavras ditas ao homem rico no versículo 25: «Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos.» Pode alguma coisa ser mais clara que isto? O homem justo morre e é levado pelos anjos para o seio de Abraão e é confortado...”

 

Eu vejo que o meu tempo está no fim e antes de terminar quero colocar algumas questões para que o meu oponente responda. Que que ele me diga porque Paulo disse «Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” E que ele tinha “o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.» (Filipenses 1:21-23) Se ele não esperava estar com Cristo quando partisse?. Porque os fiéis esperavam uma cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador se eles não esperassem ir para o céu? (Hebreus 11:10). E se é dito que esta cidade fica na terra, então porque o apóstolo falando dela no mesmo capítulo no versículo 16 diz, «Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade.» Fim do tempo alocado.

 

Quando o clérigo tomou o seu lugar houve uma grande ovação da parte da audiência, que foi interrompida pelo presidente que pediu à audiência que parasse com as demonstrações ruidosas. “Estejamos calmos,” disse ele, “e pesemos bem os argumentos que são apresentados e deixemos que o nosso julgamento do debate esteja baseado não em sentimentos partidários mas sim na razão, senso comum e acima de tudo o testemunho da Palavra de Deus.” Ele então chamou o Sr. Estéfanas para que discursasse 20 minutos refutando a preposição. Paulo Estéfanas se levantou e se dirigiu à audiência.

 

Sr. Presidente, Senhoras e Senhores:”

 

Esta é a primeira vez na minha vida que sou chamado a participar num debate público; e embora pareça que estou em grande desvantagem, tanto em treinamento como em aptidão natural, no entanto eu não partilho dos sentimentos do meu oponente que disse no início do seu discurso, “é com sentimento de pesar e humilhação que estou perante vós neste agora nestas circunstâncias.” Confesso que não sinto nem pesar nem humilhação, mas pelo contrário creio que me sinto mais ou menos como o apóstolo Paulo que quando foi chamado prestar declarações perante Agripa disse “Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, pelo privilégio de, hoje, na tua presença, poder produzir a minha defesa”. Eu considero ser uma honra e um privilégio que me seja permitido defender e apresentar a verdade de Deus a uma audiência como esta aqui reunida esta noite.”

 

Agora tomarei dos argumentos do meu oponente e lhes darei resposta conforme o tempo me permita. O primeiro argumento que ele apresentou e que ocupou grande parte do seu discurso foi este: “O Sr. Estéfanas é leigo, é iletrado, inculto e ignorante de todos aqueles santos estudos teológicos que os clérigos têm que entender e ter terminado para poder pregar. Ele ao dirigir a vossa atenção para a pilha de livros, o conteúdo da qual ele guardou com sucesso nos recantos mais profundos da sua expansiva mente, e tentou com toda a sua persuasão impressionar-vos com todo o seu maravilhoso conhecimento, eu não pude deixar de pensar naquela história Bíblica sobre o grande gigante chamado Golias, que aterrorizava Israel pela sua grande estatura. Este gigante como certamente recordareis se exibia diariamente entre os campos de Israel e dos Filisteus, e parecia que Israel estava intimidado por esta poderosa presença. Mas um dia um pequeno rapaz pastor veio e sem lança ou escudo ou armadura, matou o gigante com uma pedra usando uma fisga e se colocando sobre o morto com sua própria espada cortou fora a cabeça do gigante. Agora, já que o Sr. Hamilton teve o prazer de se colocar perante vós no lugar de gigante nesta discussão, a única posição que me resta é a do rapaz pastor e tenho algumas pedras que apanhei no rio da água da vida (a Palavra de Deus, a quais intendo arremessá-las a este gigante intelectual e deitá-lo ao chão. Bem, estou bem preparado para dar-me como culpado no que toca a ser um pobre ferreiro iletrado, sem treino teológico, mas então, os discípulos de Cristo eram somente pescadores iletrados, e o próprio Mestre era carpinteiro, e o apóstolo Paulo fazia tendas. Não, queridos amigos, Deus não nos deixou à mercê de teólogos sabidos, mas, pelo contrário, Ele nos convidou um a um para que viéssemos beber de graça da água da vida (a Palavra de Deus). Se é necessário que enchamos nossas mentes com ciências dessa pilha de livros que ali está, antes que possamos entender a verdade de Deus, então não há esperança para nenhum de nós que estamos aqui, pois as circunstâncias da vida nas quais somos colocados nunca nos permitirão alcançar tal feito. Pela minha parte eu não me preocupo em tentar, já que considero o meu limitado espaço mental de muito valor para se encher do que não seja a Palavra incorruptível de Deus, sobre a qual Paulo diz poder “tornar-te sábio para a salvação” (2 Timóteo 3:15); e «que tem poder para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados.» (Atos 20:32).”

 

O meu oponente cita Mateus 5:8 “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.” e pergunta “como poderão ver Deus se não forem levados até Ele?” Bem, devo dizer que é uma pergunta digna de nota vinda de um homem com uns estudos como parece ter. Pergunte essa pergunta a qualquer menino de escola e ele responderá que se os puros de coração verão Deus então ou eles irão até Deus ou Deus virá até eles. Mas o meu oponente só consegue ver em uma direção, ou seja a direção que concorda com a sua teologia. Mas devemos responder a essa questão. Quando e onde os puro de coração verão a Deus no cumprimento da promessa de Cristo? Bem, podemos estar seguros de uma coisa, e isso é que os puros de coração não verão a Deus por serem levados ao céu quando morrerem pois não existe passagem Bíblica entre as suas capas que ensine ou sugira que homem vá para o céu quando morre. Pelo contrário, existem provas abundantes de que tal coisa não ocorre. De facto, é-nos dito claramente que «ninguém subiu ao céu» (João 3:13). Não há necessidade de ficarmos perplexos com uma simples questão como esta pois foi respondida por nós há milhares de anos, muito antes de de seminários teológicos terem sido inventados. O patriarca Jó dá-nos a resposta direta a essa questão; no capítulo 19 do seu livro nos versículos 25 a 27, ele afirma «Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim.» Qualquer que seja o sentido, então, pelo qual seremos permitidos ver Deus isso acontecerá no fim dos tempos na terra. O apóstolo João disse em certa ocasião, falando de Cristo, «Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.» (1 João 3:2). Vejamos, ver Cristo é o equivalente de ver a semelhança ou manifestação de Deus; pois Cristo disse certa vez, «Quem me vê a mim vê o Pai» (João 14:9). Isto se tornará ainda mais verdadeiro num sentido mais amplo nesse grandioso dia quando ele retornar à terra em grande poder e glória «para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram» (2 Tessalonicenses 1:10). Mas o Sr. Hamilton diz que os justos vão realmente para o céu quando morrem porque Cristo no seu sermão da montanha disse, falando daqueles que eram perseguidos por serem justos, «Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.»”. O problema do meu oponente é que ele lê algo nessa passagem e que não está lá. Não contém qualquer menção sobre ir para o céu. Verdade que fala de galardão nos céus. Isso é assim porque Deus está lá e Ele tem o galardão com Ele. Pedro diz-nos que está reservado nos céus para nós (1 Pedro 1:4), ou seja, está guardado para nós, e depois diz-nos que é trazido até nós na revelação de Jesus Cristo, ou seja, quando Cristo retornar (veja 1 Pedro 1:13). O próprio Mestre resolve o assunto quando ele diz na mensagem que ele enviou a João na ilha de Patmos «Eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.» Fica bem claro então que o galardão está no céu agora, mas que quando Cristo retornar como ele prometeu fazer, ele trará o galardão com ele e o dará aos seus fiéis amigos que guardaram os seus mandamentos. Em seguida o meu oponente usa a parábola do homem rico e Lázaro. Eu sabia que ele iria citar isto: é o argumento antigo e consagrado pelo uso de todos os teóricos da ida para o céu. Ele não disse se crê ser uma parábola ou um relato factual de um incidente que realmente aconteceu. Não faz qualquer diferença qualquer que seja a opinião dele, está cheia de dificuldades que lhe causarão mais dano à sua teoria do que qualquer argumento apresentado contra ele por um oponente. Em primeiro lugar, se ele não considera o relato uma parábola, mas sim uma história verídica, então isso contraria toda a sua teoria.”

 

Segundo o ensino do Sr. Hamilton o que acontece quando alguém morre? O corpo do morto vai para o céu ou inferno, conforme seja o caso? O quê? Não! Nós sabemos que o corpo é levado para o cemitério e baixado à terra e coberto com ela. Não! O Sr. Hamilton não acredita que o corpo vá para o céu ou inferno, mas a ideia dele é que, existe uma alma imaterial imortal no homem sobre a qual Isaac Watts diz:

 

«Até às cortes onde anjos habitam,

Ela sobe triunfante até lá,

Ou Diabos a afundam em infinito desespero

até ao inferno»

 

Vejamos, esta alma é supostamente imaterial, ou seja, não tem substância, você não pode vê-la ou tocá-la. E esta alma que o meu oponente crê que vai para na morte para o céu ou para o inferno. A história do homem rico e de Lázaro não vai ajudá-lo a provar isto porque não fala de almas invisíveis. Mas de homens reais e substanciais que têm olhos, voz, dedos, língua; homens visíveis que podem ver-se uns aos outros e falar uns com os outros, por isso se ele considera isto um incidente real e não meramente uma parábola, então isso destrói em vez de apoiar a sua teoria. Por outro lado se ele considera o relato como uma parábola, o que sem dúvida o é, então é só uma história dita do ponto da moral para ilustrar um ensinamento e não necessariamente tem que ser factual ou até possível. No nono capítulo de Juízes é contada uma história de árvores que vão escolher um rei, e eles vão de árvore em árvore pedindo que alguma delas seja o seu rei, e finalmente um espinheiro aceita essa posição. Agora não vamos supor que esta parábola ensina que árvores podem andar e falar e entrar em discussões políticas, não acham? Bem, o mesmo acontece com a parábola do homem rico e Lázaro, ela não ensina que os mortos possam falar ou que os justos possam desfrutar da glória enquanto estão vendo os injustos a ser torturados. Não, a parábola das árvores tinha como intenção ensinar que Israel nessa altura tinha escolhido o pior dentro da nobreza para ser rei, um que seria em comparação com outros em Israel assim como o espinheiro é comparado com as outras árvores do campo. E a parábola do homem rico e Lázaro tem como intento ensinar aos Fariseus e aqueles que tinham ouvidos para ouvir aquilo que ele claramente afirmou no versículo 15 deste capítulo (Lucas 16) logo antes ele conta uma história para ilustrar isso.

As palavras dele são estas, e isto é o que a parábola ensina falando aos Fariseus: «Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece o vosso coração; pois aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus.» A parábola ilustra isso maravilhosamente ao mostrar um homem rico altamente estimado mas ruim atormentado, e um justo mas pobre e desprezado que é confortado. A parábola não nos diz o quando ou o lugar, mas Cristo diz-nos o tempo, lugar e circunstâncias no capítulo 13 de Lucas, onde ele diz no versículo 28, «Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora.» Vejo que o meu tempo expirou por isso responderei às outras questões mais tarde”

 

Qualquer que tenha sido a impressão causada pelo discurso do ferreiro, quem quer que olhasse para a expressão da cara de Timóteo Bereia não ficaria duvidaria que pelo menos ele estava satisfeito. Ele se levantou e anunciou um intervalo de cinco minutos, para permitir à audiência que relaxasse um pouco antes de começar a segunda parte do debate. Quando terminou o intervalo ele chamou à atenção a audiência e anunciou que o Sr. Hamilton iria agora usar quinze minutos a questionar o Sr. Estéfanas ou em discurso, ou dividindo esse tempo entre as duas coisas.

 

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